Como me tornei vegetariana?

Já passei por muitas fases e frequentei diversos círculos sociais. Aparência, gostos, ambições, estilo de vida… Tudo isso foi mudando de acordo com o momento e minhas experiências. Mas a minha essência continua sendo a mesma desde as memórias mais antigas que guardo comigo. Incorruptível. Dentro dela estão alguns sonhos gigantescos e anseios muito profundos, além de uma compaixão infinita pelos animais.

Sempre busquei saber o real processo para uma carne chegar até meu prato. Com isso, me sensibilizava e cogitava a possibilidade de me tornar vegetariana. Por muito tempo ficou apenas nisso: uma possibilidade distante, uma vontade. Na época, dar esse passo na minha alimentação parecia ser muito difícil. Eu não cozinhava, portanto, comia apenas o que meus pais faziam… E em toda refeição eles davam um jeito de colocar alguma carne ou embutido. Sempre que cogitava essa ideia de alimentação diferente do comum, perguntas do tipo “mas o que eu vou comer?”, “como vou suprir a falta de proteína?” e “não sou rica, como vou conseguir fazer essa transição?” gritavam dentro da minha cabeça.

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Novos começos

A capacidade de recomeçar é um grande presente que está sempre sendo ofertado a nós. Essa possibilidade de ter um novo começo em qualquer momento da vida é que alimenta a esperança de toda humanidade, dos primórdios até os dias atuais.

A vida é feita de começos. Todos os dias são novos começos.

Para mim não poderia ser diferente. Eu estou quase sempre utilizando esse presente e vivo começando milhares de coisas novas. Tenho uma mente viajante e ouso dizer que uma alma cigana – gosto desse termo e me identifico muito.

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Os problemas da era viciada em internet + Como saber se você faz parte dela

Em junho de 2008, as telonas do cinema nos apresentaram uma realidade onde as pessoas seriam totalmente viciadas em tecnologia: todos em seu próprio mundo andando com cadeiras flutuantes, se comunicando apenas digitalmente e, junto nesse combo, comidas nada saudáveis sendo consumidas de forma exagerada. Uma transformação pós-apocalíptica, onde os seres humanos se tornavam cada vez mais antissociais e menos preocupados com a saúde. Isso foi representado de forma divertida na animação WALL·E, quem lembra? Essa realidade que pareceu utópica na época em que foi lançada, quase onze anos depois faz parte da realidade que estamos vivendo. Um pouco diferente e em proporções menores, mas faz.


Cada dia que passa, a internet revoluciona mais o mundo à nossa volta. Revolução essa que só caminha para frente, mas pode ser tão boa quanto ruim.

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Emoções mutáveis

É esplêndido se sentir feliz, satisfeito, em paz e completo. Mas também é bom se sentir triste, insatisfeito, estressado e inseguro. Por que? Bom, todas essas emoções fazem parte da natureza do ser humano. Portando, senti-las, apenas relembra quem realmente somos. E, quando conseguimos descobrir o real motivo para esses sentimentos, aprendemos com eles.

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Pequenas loucuras

Vivo no meu mundo. Dentro da esfera do meu tempo.

As dobras da minha calça esculpem na sombra um rosto perfeito. Em poucos segundos a cadeira do escritório vira o DeLorean DMC-12 do filme Back to the Future e eu vou para muito longe. Manchas na madeira da porta mostram-me espécies infinitas de animais. O fio de cabelo grudado na parede após o banho transfigura-se numa incrível obra de arte.

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Não estraguem o Natal!

Desde criança o Natal sempre foi a minha data comemorativa favorita do ano.

Analisando o passado, recordo-me que na infância essa data era significado de brincadeiras até a madrugada; vários encontros com o Papai Noel que adorava dar balinhas de iogurte e passear dentro de trens iluminados, cantando canções animadas; grande parte da família reunida, conversando e compartilhando altas gargalhadas; comida gostosa infinita e uma Coca-Cola bem gelada com desenhos fofos em seu rótulo.

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Por que um blog?

Sinto que estou num dilema. Uma encruzilhada de caminhos prontos para serem descobertos por mim… Mas não sei em qual avançar.

Sim, estou passando pela famosa crise universitária da minha geração: o que é que eu quero? Tranco o curso e saio por aí vendendo a minha arte na praia? Isso, arte! Vou aprender alguma arte… Não, melhor eu estudar e me formar. Vou fazer um teste vocacional pela milésima oitava vez, vai que agora sai algo que faça meu coração pulsar…

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